sábado, agosto 22

Quando surge o Alviverde Imponente ♪

A História do Palmeiras começa com o Palestra Itália quando foi fundado em 26 de Agosto de 1914, por membros da colônia italiana da cidade de São Paulo, especialmente funcionários das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. O intuito era de o clube unir todos os imigrantes italianos sob uma única bandeira e que, ao mesmo tempo, representasse o enorme contingente italiano já existente na cidade de São Paulo, no campeonato oficial de futebol.
A formação de um clube de futebol foi simpático ao cônsul italiano, que via naquela nova entidade um meio de informar a todos italianos que agora havia uma só Itália, reunificada no final do século XIX.
Os principais idealizadores da fundação do clube foram; Luigi Cervo, Luigi Marzo, Vicente Ragognetti e Ezequiel Simone (que foi designado seu primeiro presidente).
Em 24 de Janeiro de 1915, o Palestra Itália disputa a primeira partida de futebol de sua história, e vence a equipe do Savóia, em Votorantim, por 2 a 0, com gols de Bianco e Alegretti. Logo nesta primeira partida, o Palestra Itália conquista seu primeiro troféu, a “Taça Savóia“.
No ano de 1916, o Palestra Itália consegue a vaga no campeonato paulista da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos). A notícia da entrada do Palestra Itália no Campeonato Paulista oficial foi comemorada entusiasticamente pelos italianos e descendentes.
A estréia no campeonato aconteceu no dia 13 de maio de 1916, no Estádio da Chácara da Floresta, contra a A.A Mackenzie College . O resultado desta primeira partida oficial foi empate por 1 a 1. Jogaram pelo Palestra: Fabrini; Grimaldi e Ricco; Fabbi II, Bianco e De Biase; Gobbato, Valle, Vescovini, Bernardini e Cestari. O gol palestrino foi marcado por Valle.
Em 1917, a equipe se reforça, com alguns jogadores vindos do Ruggerone, clube do bairro da Lapa, e outros vindo do futebol do interior de São Paulo, e já no seu segundo campeonato, o Palestra Itália termina na segunda colocação.
Neste campeonato acontece o primeiro confronto com aquele que se tornaria, ao longo da história, o seu maior rival, o Sport Club Corinthians Paulista. Na primeira partida desta história, o Palestra vence por 3 a 0 . Os três gols foram marcados pelo atacante Caetano Izzo.
O ano de 1920 foi importantíssimo para a história Palestrina. O clube compra, por 500 contos de réis, o Estádio do Palestra Itália, incluindo todo o terreno da área social. Neste mesmo ano, conquista o seu primeiro título de campeão estadual, batendo o então poderoso Paulistano, por 2 a 1, em partida extra, já que ambos terminaram o campeonato com o mesmo número de pontos.
Primeiros Presidentes:
Claro que a honra de se tornar o primeiro presidente do Palestra Itália caberia a um dos quatro principais batalhadores do seu surgimento. Daí o grande problema que herdou, um segundo após ser eleito, Ezequiel Simone. Não bastassem os bolsos vazios, aquele italiano se viu também com uma série de conflitos de interesses, já que todos os 46 sócios-fundadores se julgavam no direito – e de fato o tinham – de fazer valerem suas opiniões particulares.
Pressionado, Ezequiel Simone permaneceu no comando por apenas 19 dias, cedendo seu posto a Augusto Vicari.
Lá fora, o mundo fervia. Ainda que com a distância e com poucas informações, já que os meios de comunicação não tinham nem um ínfimo da potência que hoje possuem, sabia-se que toda a Europa estava envolta numa disputa bem menos nobre do que a da presidência do Palestra Itália: a Primeira Guerra Mundial.
A Itália lutava contra o kaiser alemão Guilherme II, mas a força do general germânico era muita. Tanta, que o governo não teve outra alternativa senão recrutar italianos espalhados por todos os cantos do mundo a também defenderem as cores de sua pátria. E, italiano legítimo, Vacari não fugiu da regra: arrumou suas poucas malas e embarcou num navio, fazendo o caminho de volta tão pouco tempo depois de ter chegado. Em seu lugar no Palestra assumiu Leonardo Paseto.
O primeiro jogo, a primeira vitória:
Mas, se a falta de dinheiro do novo clube já era enorme antes da guerra, após sua instalação aumentou ainda mais. Tudo porque a colônia deixou de enviar ao Palestra os fundos que costumeiramente fazia. Não eram muitos, mas eram alguns. Tal dinheiro passou a ser enviado para Cruz Vermelha e para Pró-Pátria, instituições que ajudavam a Itália a enfrentar os poderosos canhões alemães.
Desesperado, vendo-se sem saída e sem fundos até mesmo para o pagamento das contas de água e luz, Paseto chegou com conclusão de que o melhor para todos, inclusive para o Palestra, seria a sua morte. Dali a pouco, acreditava, a guerra terminaria e, então, todos se reuniriam para ressuscitar o querido clube e o tornar grande e forte.
Mas não era desta forma que um dos idealizadores, Luís Cervo, pensava. Quase sempre calado, ele resolveu intervir de forma mais direta, como nunca fizera antes. Um murro na mesa e o juramento de que o Palestra não iria morrer, que o seu ideal e o dos outros três jovens imigrantes – Ragonetti, Marzo e Simone – haveria de vingar. “Uma partida de futebol! Temos que organizar uma partida de futebol!“, gritou Cervo. “Assim mostraremos que estamos vivos e que seremos grandes!“, concluiu.
A partida que seria a primeira do clube teria, claro, de ser vencida. Afinal, como provar para a colônia e boa parte dos fundadores de que o Palestra Itália mereceria uma nova chance se, logo de cara, uma grande derrota surgisse.
Porém, a grandiosidade estava mesmo nos planos desta grande paixão. Assim, escolhido o adversário, o Savóia, clube da colônia italiana na cidade de Sorocaba – que é bom frisar: de fraco nada tinha – o time começou a treinar muito para que um grande papel fosse feito. A fim de chamar a atenção de todos os patrícios da região, ficou acertado que tudo o que se arrecadasse seria entregue para a Cruz Vermelha italiana. Assim foi dito e assim foi feito, com a entidade beneficente recebendo 200 contos, uma fortuna na época.
Domingo, 24 de janeiro de 1915. Aquela tarde entrou definitivamente para a história não só do Palestra/Palmeiras, mas também de todo o futebol. Foi exatamente às 15h00 que o primeiro time do Palestra entrou em campo. Os 11 heróis que vestiram a camisa azul com a faixa branca, levando sobre o coração o distintivo contendo a cruz da Casa Real de Savóia, foram Stilittano; Bonato e Fúlvio; Police, Bianco e Vale; Cavinatto, Fiaschi, Alegretti, Amílcar e Ferré.
Em campo, nada de muito amigável, apesar de se tratarem de duas equipes italianas. Jogo duro, disputado, mas que quiseram os deuses do futebol acabasse sendo vencido pelos italianos do Palestra e não pelos italianos do Savóia. O placar de 2 a 0, construído com os gols de Bianco e Alegretti, deu um novo sopro de vida ao Palestra, pouco antes fadado ao esquecimento.
De fora, olhos lacrimejados de emoção, sabor de vitória e de dever cumprido, estava Luís Cervo. Ele sabia que, dali em diante, seria impossível acabar com o clube que ele e muitos outros, apesar do pouco tempo, já tanto amavam.
Perseguição obriga Palestra mudarem de nome:
Lembramos logo nos primeiros capítulos de “Nossa História” que as guerras mundiais sempre foram parte importante na vida do Palestra Itália. A primeira, que eclodiu em 1914, por muito pouco não causou o fim do clube que há apenas alguns meses nascera, já que todos os fundos que os “oriundi” inicialmente doariam para a nossa fundação passaram a ser enviados para a Cruz Vermelha italiana. Não fosse a ação de homens como Luigi Cervo, como contamos, e certamente hoje não existiria o Palmeiras.
Mas a I Guerra Mundial não teria uma importância tão grande na vida do alviverde quanto a segunda. Vítima de um nacionalismo exacerbado e por isso mesmo absurdo, o Palestra Itália teve que se curvar as pressões e aos escusos interesses alheios sob pena de, caso resistisse mais do que resistiu, ver seu patrimônio dilapidado e terminando em mãos indevidas. Antes, porém, de explicar porque a guerra influenciou a vida do Palestra/Palmeiras, creio ser necessário discorrer um pouco sobre o conflito.
Em 1942, a Segunda Grande Guerra estava no auge. Havia ameaças de bombardeios em todos os cantos do planeta, tal a força que tinha a temível Luftwaffe, a força aérea alemã. O risco era tão iminente que, mesmo em locais em que poucos acreditavam que bombas pudessem cair, como São Paulo, aconteceram blecautes propositais. Por determinação do governo, todas as luzes da Cidade, inclusive as das residências, foram algumas vezes apagadas das 20h00 às 22h00. Tratava-se de um treinamento: se um bombardeio acontecesse à noite, este ato atrapalharia a ação do inimigo, que perderia os pontos de referência para os alvos.
Tal atitude só foi tomada em 1942, praticamente três anos após o início da II Guerra Mundial, porque foi este o tempo em que o Brasil conseguiu ficar “em cima do muro” da questão. O presidente Getúlio Vargas demorou o quanto pôde para decidir entre os aliados, liderados pela Inglaterra e pelos Estados Unidos, ou pelo Eixo, que tinha a Alemanha como estrela principal e a Itália e o Japão como coadjuvantes. A relutância entre optar por um ou pelo outro lado, ainda que a postura nazista deixasse bem claros seus nefastos propósitos, se deu principalmente por questões econômicas: enquanto não tomasse partido, o Brasil poderia se valer financeiramente da luta nos dois lados.
Houve, também, a questão política, já que na ditadura em que estava o País naquela época existiam, entre os políticos de Vargas, simpatizantes do Fascismo criado pelo líder italiano Benito Mussolini.
Getúlio, desta forma, só decidiu optar pelas forças aliadas quando recebeu uma pressão do então presidente norte-americano, Franklin Roosevelt: os aliados precisavam utilizar o litoral do Rio Grande Norte, ponto estratégico na geografia do conflito, para a construção de bases aéreas e marítimas. Em troca, cerca de US$ 20 milhões seriam doados para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional, a CSN, menina-dos-olhos do então ditador. Se não cedesse seu território, tal postura seria considerada uma “má vontade” para com os aliados. Comentava-se até pelos quatro cantos do País, em tom irônico, que se não atendesse ao pedido dos Estados Unidos o Brasil poderia se tornar mais um “Quinta Coluna”, como ficou conhecido o serviço de espionagem que a Alemanha de Adolf Hitler espalhou pelo mundo.
Tal pressão surtiu efeito: cedemos Natal para os americanos e, a partir de então, tornamo-nos inimigos das forças do Eixo. Mas o motivo “oficial” da entrada brasileira na II Guerra Mundial foi outro: a frota alemã afundara navios civis brasileiros em nossas águas territoriais e foi este o fato que fez o Brasil declarar guerra à Alemanha e, por conseqüência, também a seus comparsas. Com a decisão de enviar tropas à Europa, o Exército brasileiro surpreendeu o povo, que sempre brincalhão dizia que nossos pracinhas só iriam à luta no dia em que cobra fumasse.
Teoricamente, o Palestra, apenas um time do futebol brasileiro, nada tinha a ver com tudo isso, certo? Mas um ato de Getúlio Vargas acabou fazendo nosso clube, literalmente, entrar na guerra. Por meio de um decreto-lei, assinado em junho de 1942, o presidente obrigava todas as instituições esportivas que tivessem nomes estrangeiros a mudar suas denominações. Por quê? Ninguém sabia explicar quais as vantagens que isso daria ao Brasil, mas lei é lei e, pelo menos naquela época, teve de ser cumprida.
Desta forma, o Germânia passou a ser Pinheiros; o Espanha, de Santos, Jabaquara; e o São Paulo Railway, Nacional. Até a Portuguesa de Esportes, que não precisava mudar nada, passou a se chamar Portuguesa de Desportos, se bem que ninguém viu muita diferença em tal alteração. Havia, naquela época, outros dois Palestras Itália no Brasil: um em Belo Horizonte e outro em Curitiba. Estes, claro, também tiveram de mudar seus nomes, passando a se chamar Cruzeiro o de Minas Gerais e Coritiba o do Paraná.
Mas a mudança mais traumática foi mesmo a nossa, a do Palestra Itália de São Paulo, pois que então, sem dúvida, já se tornara um dos grandes do futebol brasileiro. Houve profunda relutância por parte de diretores, conselheiros e torcedores em aceitar tal imposição governamental. E mais tarde nasceria o Palmeiras. (**créditos Site do Palmeiras - Não Oficial, ps eu resumi)

Morre Società Sportiva Palestra Itália invicto, e nasce Sociedade Esportiva Palmeiras campeão .

terça-feira, agosto 4

MERECE UM (O) MUNDO ♥

Na cidade Oriente, interior de São Paulo O4 de agosto de 1973, nascia Marcos Roberto Silveira Reis, conhecido apensa por Marcos ou
São Marcos, sabes já quem é ne? Então hoje é niver dele, e eu vou fazer um post especial pra ele, contando um pouco da história dele
porque ele é muiitoo mais que um simples Idolo pra mim, *-*, ele significa muiiiiiito muiiito muiiiiito msm!
aew um pouco da história do Marcão ♥ .
Aos 18 anos, prestes a completar 19, Marcos estreou no time principal do Palmeiras em um amistoso contra a Esportiva Guaratinguetá em 16 de maio de 1992, onde o Palmeiras ganhou por 4 a 0.
Depois desse jogo, Marcos continuou como o terceiro goleiro da equipe, mas só voltou a atuar novamente em 1996 e
permanecendo nesta condição até 1999.
Marcos ficou conhecido por fazer defesas milagrosas em decisões por penaltis.
Em menos de três meses, Marcos se transformou de reserva do Palmeiras a principal astro da maior conquista do clube:
a Copa Libertadores da América de 1999. O goleiro virou titular na quinta rodada da competição, devido a uma contusão
de Velloso, e não largou mais a camisa 1 *-*.
Suas melhores atuações foram nos dois jogos contra o (arqui-rival) Corinthians, nas quartas-de-final, quando fez defesas
milagrosas que levaram a decisão aos pênaltis. Ao final da competição, além de receber o apelido de São Marcos (♥), foi
eleito o melhor jogador da Libertadores.
Em 2000, reforçou sua condição de ídolo com grandes apresentações, com destaque para as partidas das épicas semifinais
da Libertadores contra o Corinthians. Marcos defendeu a última cobrança, feita por Marcelinho Carioca, ídolo da torcida
rival na época, garantindo a classificação do seu time para mais uma final.
Em 2002, Marcos foi o goleiro titular da Seleção Brasileira campeão da Copa do Mundo, no Japão e na Coréia do Sul,
sendo o único jogador da Seleção a não ser substituído em toda a Copa (aew meu querido!) pelo técnico Felipão.
Seus reservas eram Dida e Rogério Ceni e foi considerado por muitos o melhor goleiro da copa.
Fez uma Copa espetacular, com defesas extraordinárias (\o/)
No mesmo ano, foi eleito o quarto melhor goleiro do mundo, ficando atrás apenas de grandes nomes. Daí em diante,
escreveu seu nome como um grande ídolo do futebol brasileiro e passou a ser considerado um dos grandes goleiros
do futebol mundial em todos os tempos.
Em 2002, o Palmeiras fez uma campanha ruim no Campeonato Brasileiro daquele ano e acabou rebaixado para a Série B.
Mesmo com o momento delicado no clube paulista, e com uma proposta do Arsenal para substituir David Seaman, a paixão
de Marcos por sua família e pelo Palmeiras o fizeram permanecer no Brasil, para levar o time de volta à primeira divisão,
o que ocorreu no ano de 2003.
Em 2007, sofreu nova contusão contra o Juventus no dia 11 de março pelo Campeonato Paulista. Voltou aos gramados como
reserva no jogo contra o rival Corinthians em que o Palmeiras venceu por 1 a 0, porém uma nova lesão, o afastou mais uma
vez dos gramados. Em 2008, depois de mais de 11 meses fora, Marcos voltou a ser titular no jogo contra o Guaratinguetá
na 7ª rodada do Paulistão e depois disto, não saiu mais do gol alviverde, assumindo o posto de goleiro "favorito" do
ex-tecnico alviverde Luxemburgo, pois Diego Cavalieri estava em grande ascensão.
No dia 4 de maio de 2008, como resultado de seu grande esforço de recuperação, sagrou-se Campeão Paulista. No dia
21 de setembro fez 400 jogos com a camisa do Palmeiras.
No dia 1 de novembro de 2008, perdeu o pai, o senhor Ladislau Silveira Reis, de 73 anos que, em consequência de
problemas cardíacos, e por isso foi poupado do confronto entre Palmeiras e Santos; no jogo houve um minuto de
silêncio em homenagem ao pai do ídolo palmeirense.
No dia 1 de dezembro de 2008, o goleiro Marcos se surpreendeu ao ser merecidamente eleito o terceiro jogador mais
popular do mundo pela IFFHS - Federação Internacional de Estátisticas e História do Futebol -, ficando a frente de
jogadores como Kaká, Cristiano Ronaldo, Messi e a frente do companheiro de posição e rival Rogério Ceni. E ainda, para
coroar sua volta por cima, foi eleito o terceiro melhor goleiro do Campeonato Brasileiro de 2008.
No dia 12 de maio de 2009, em jogo contra o Sport Recife válido pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América,
Marcos teve a melhor atuação desde seu retorno. Com defesas incríveis durante a partida e defendendo três cobranças
adversárias nas disputas de pênaltis, garantiu a ida do Palmeiras às quartas-de-final.
E coom toda a história que o Marcos teem ele é um dos maiores jogadores do mundo, meu maior idolo, então Marcos parabéns
porque pessoas maravilhosas como você merecem um mundo de amor, sucesso, paz & alegria; merece toda a saúde
possível e que aqueles seus desejos mais íntimos sejam realizados! espero que você continue sendo essa pessoa
maravilhosa, cheia de qualidades que anulam os defeitos, com um carisma maior que o universo e com uma vibe contagiante.
a cada ano que passar na sua vida, seja mais do que um amadurecimento, mas, que pra sempre esteja guardado em sua
memória! e hoje é um dia especial, pois é o seu aniversário! que você consiga realizar todos os seus sonhos, que você seja
muito feliz, tenha muita saúde não somente hoje, mas por todos os momentos de sua vida, que você tenha muita paz e que
Deus continue te iluminando! parabéns! *-*
(obs.: seei que o Marcos neem vai saber dessa mera homenagem, mas o que importa e que ele receba o meu carinho, de um certo modo
e é isso hj. beijos&desculpa por ter ficado tão grande :*)